Hoje foi dia de plantar duas videiras que nos ofereceram. Está já um pouco quente, não é a melhor altura para plantar, mas as videiras estavam num vaso, com torrão, deve correr bem!
Temos várias fruteiras mas videiras ainda não havia nenhuma.
Hoje foi dia de plantar duas videiras que nos ofereceram. Está já um pouco quente, não é a melhor altura para plantar, mas as videiras estavam num vaso, com torrão, deve correr bem!
Temos várias fruteiras mas videiras ainda não havia nenhuma.
Hoje paramos um pouco as nossas tarefas habituais para assistir ao Webinar "A biodiversidade da minha escola" .
A internet estava muito fraca e deixamos logo de ver imagem, apenas ouvíamos! Falou-se de hotel de insetos, de bebedouros para aves, de caixas-ninho,...A professora explicou-nos que a gravação vai ficar disponível e que depois a podemos ver com calma.
Finalmente a chuva acalmou e nestes últimos dias deixou-nos sair da sala para explorar o recreio!
Alguém comentou que os dias até já parecem de primavera e a professora pediu-nos para procurar alguns sinais disso na natureza.
A maioria das árvores aparentemente ainda está sem folhas, mas, se observarmos bem, começamos a ver que as primeiras começam a brotar, sobretudo nos salgueiros que estão encostados à rede da escola, nos amieiros e nas aveleiras.
Outro sinal de primavera são os pássaros que escutamos e vemos a sobrevoar a escola. Sabemos que pelo menos uma das caixas-ninho está habitada por uma família de chapins!
Hoje o Vicente trouxe uma surpresa para o charco, um tritão de-ventre-laranja !
Nós sabemos que não devemos retirar os animais do seu habitat, mas esperamos que este tritão goste desta nova casa e faça amigos com os animais que já lá vivem, as rãs e outros tritões!
Sabemos que estes animais devem ter o corpo sempre húmido por isso ele foi sempre transportado numa caixa com água da ribeira.
Com muito cuidado, o Vicente colocou-o na água do charco mais antigo.
Não quisemos colocá-lo no novo charco porque as suas margens ainda não estão preparadas para receber animais porque faltam as pedras que vão delimitar as margens permitindo-lhes subir e descer e abrigar-se. neste charco temos também uma tarefa, retirar o pinheiro que caiu durante o temporal.
Quando nos aproximávamos começamos a ouvir o barulho dos saltos das rãs para o charco!! Havia mesmo muitas rãs que estavam a aproveitar o calor do sol e que pularam para a água quando nos ouviram! estavam a coaxar muito mas pararam, talvez a tentar ficar invisíveis. Não funcionou, porque as vimos muito bem!
Conseguimos ainda identificar algumas das espécies do charco como a tabua-larga e o lírio
e vimos com muita pena que temos de controlar uma invasora que começa novamente a espalhar-se à volta do charco, a cana!É bom ver a vida que o charco tem!
Hoje aproveitamos para falar de Natureza, de biodiversidade e elaboramos o texto para o concurso "Uma Aventura Literária".
Escolhemos o tema e concordamos que as personagens da nosso história teriam os nomes da turma que não tinham aparecido na história do ano passado. Para isso, viemos ao blogue para relembrar o texto, e a nossa história começou a ser criada.
Coelhinhos a salvo!
Numa bela tarde de sol, a turma do 2º. A saiu da escola numa Saída de Campo. Este ano tem estado um tempo muito mau para caminhar no monte, porque a chuva tem sido muita por isso, este sol brilhante parecia mesmo chamá-los!
Pelo caminho foram explorando o que os rodeava. Começavam a aparecer as primeiras folhas nas árvores e as primeiras flores no chão.
Sempre que se ouvia um pássaro, alguém, pedia à professora o telemóvel para o identificar na aplicação. Ouviram o pardal-do-telhado, o chapim-real, o chapim azul e o pisco de peito ruivo, a milheirinha,...
Já bem longe da escola, ouviram um som que nunca tinham escutado!
- O que será? Será um pássaro? -perguntou a Mafalda.
- Eu acho que é uma águia! - disse o Gabriel.
A Juliana, que ia um bocadinho à frente, observou:
- Está ali um pássaro enorme!
- E está a voar em círculos! - acrescentou a Flor, que estava com ela.
O grupo aproximou-se e confirmou que era uma ave de rapina que de vez em quando se aproximava do solo.
- Está de certeza a tentar apanhar algum animal! - sussurrou o Pedro.
A professora pediu para avançarem silenciosamente e o grupo dirigiu-se para o local onde viam a águia a tentar pousar.
A Matilde, que era muito observadora, viu qualquer coisa a mexer junto ao tronco de um velho carvalho. Obedecendo ao sinal combinado na turma, agitou os braços e apontou.
- Oh! Está ali um coelhinho bebé! - disse a Dalila.
- São três! - disse o Kevin.
- Era isto que a águia estava a observar! - disse a Núria.
- A águia vai comer os coelhinhos! - disse, muito triste, o Tiago, perguntando:
- Professora, podemos levá-lo para a escola?
A professora compreendeu a preocupação de todos mas explicou que não podiam fazer isso porque eles não iam sobreviver porque ainda eram muito bebés.
Para tentarem distrair a águia, começaram a abanar os braços e a bater palmas e resultou porque a águia afastou-se.
Uns segundos depois o Dinis viu ao longe um coelho adulto e apontou para ele.
- Professora, será que aquele é o pai ou a mãe? Se for, eles já estão protegidos.
Entretanto, a águia continuava a voar em círculos mas não se aproximava.
Com muito cuidado, todos se afastaram um pouco, subindo o monte. Pararam junto a um medronheiro e esconderam-se atrás, tentando ficar bem imóveis.
O coelho adulto aproximou-se então do tronco do carvalho. Os três coelhinhos correram para ele e seguiram-no, desaparecendo num buraco junto ao tronco do carvalho.
- Viva! Conseguimos salvá-los! - gritaram todos, muito animados.
Todos sabiam que a natureza era mesmo assim, mas ficaram felizes por ter salvado os coelhinhos.
Como tem estado muita chuva, temos passado os nossos intervalos na sala a ver um filme, a jogar cartas, a brincar com algum brinquedo que alguém levou,...
A professora apresentou-nos dois jogos de tabuleiro que entram no concurso dos Jogos Matemáticos, o "Gatos e Cães" e o "Dominório". Estes jogos podem ser comprados mas, como somos uma Eco escola e nos preocupamos com o planeta, usamos uns tabuleiros que a professora fez já há muitos anos com uma turma anterior, reutilizando cartões. Para as peças usamos tampas de plástico.
Como estavam a faltar algumas peças, fomos para o recreio e criamos conjuntos de tampas depois de despejar os garrafões que temos da recolha.
A matemática está mesmo em todo o lado! Para esta tarefa separamos as tampas usando como critérios a cor e o tamanho e fizemos contagens (conjuntos de 28). Cada conjunto foi colocado numa saca individual e amarrado. Agora não nos faltam peças para o "Gatos e cães"!